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Artista

Ébano Santos

Baterista

O gaúcho Ébano Santos, começou a tocar bateria aos 12 anos de idade.

Desde então,tocou em diversas bandas de “garagem” até seus 18 anos, quando então deu início a seus estudos de bateria com o professor Carlos Ovelha e, logo após, com Moisés Piangers. A partir daí, passou a tocar profissionalmente em bandas de bailes, bares e casas noturnas na região da serra gaúcha, onde morava.

Em 1997 conheceu o lendário Argus Montenegro e seu filho, Zé Montenegro, e logo começou a aprender mais sobre ritmos brasileiros. Em 1999, passou a fazer parte do grupo de músicos da Igreja Encontros de Fé. Foi aí que a vida musical lhe rendeu muitas experiências novas, tendo assim a oportunidade de tocar com diversos artistas nacionais e internacionais do segmento gospel, como Marcos Witt, Ron Kenoly, Chris Durán, Davi Sacer, Gerson Santos, Marquinhos Gomes, Paulo César Baruk, Bo Järpehag, Soraya Moraes, Billy Bunster, Júnior Oliveira, Nani Azevedo, Tanlan, Evandro Alves, Luis Fontana, Asaph Borba, Fabiano Soares, Cristiane e muitos outros.

De 2001 até 2005, fez parte da Banda Êxodo, que fez muito sucesso no sul do país e teve suas músicas veiculadas em diversas rádios. Nesta banda,gravou dois discos: “Situação”(2002) e “Quantas Vezes Mais?”(2004).Gravou também com artistas como Júnior Oliveira, Evandro Alves, Mário Alves, Patrícia Campos, Evandro Alves, Paulo Figueiró, Adriana Paz, Henrique e Rafael, Nestor Di Ponte, Misael e Fernando, Vagner Melo e com muitos outros artistas do gospel brasileiro.

Recentemente, gravou seu primeiro projeto instrumental com o tecladista Thiago Marques, o duo Grandense, tendo recebido excelentes críticas na mídia especializada.

Mas a grande paixão de Ébano é a arte de ensinar.

Hoje, mantém uma sala de aulas com uma rotina que inicia às 7h da manhã e termina às 19h, por onde já passaram centenas de alunos, das mais diferentes idades e gêneros. Suas aulas são muito concorridas, inclusive por pessoas de outros estados. São crianças, jovens e adultos, amadores e profissionais, que buscam no professor desde a mais básica intimidade com o instrumento até intrincados estudos musicais.

 

“Para mim, o nome MAPEX vai muito além de uma marca de baterias. Esse nome tem uma ligação direta com toda minha história como músico.”